ModernoPapo

Uma maneira diferente de falar sobre Tecnologia, Cultura, Esportes e Entretenimento. Pense, Comente, Discuta, Confabule Conosco …

Navegando Posts publicados por Peeter Bonomo

Fala pessoal do MP, hoje mudarei o foco de posts mais técnicos e falarei sobre um lugar no sul do Brasil e que ultimamente tenho frequentado bastante. Curitiba.

Bom, a idéia deste post sobre Curitiba é falar sobre dicas dessa cidade, os pontos turísticos, os lugares que valem a pena ser visitados e etc.

Fui pela primeira vez no ano passado, num final de semana depois de lecionar um treinamento em Salvador, e logo logo senti a primeira diferença. O clima!

Curitiba é sem dúvida uma cidade onde o clima é muito agradável em qualquer época do ano, e para quem gosta de um friozinho é melhor ainda pois dependendo do mês do ano (geralmente maio até agosto) faz-se calor de dia com aquele ventinho frio mas à noite, a temperatura abaixo dos 10 graus pede casacos bem quentinhos, luva, cachecol e etc.

Outra característica que foi notória – o trânsito – como nas propagandas (Busdor) dos ônibus locais, “Curitiba não pára”.
Bom, realmente o sistema de trânsito é  inteligence, a qual foi implementado em 1974 as vias únicas e exclusivas de ônibus, os chamados de BRT (Bus Rapid Transit). Ela funciona perfeitamente, onde todos respeitam e nas demais vias (para carros e outros veículos) não ficam congestinados – ou tão congestionados – como vimos aqui no RJ ou em SP (Salvador também está ficando meio caótico).
Essas vias estão implementadas nas principais ligações de bairros ou zonas (como é divido o estado), há alguns lugares, tipo ruas pequenas, onde é possível ver ônibus e carros na mesma pista, mas sem alarde.

Bom, clima bom, trânsito também, mas Curitba tem destaque nacional e é conhecido pelos seus pontos mais do que turísticos. Há diversos parques e praças bem frequentadas, inclusive, onde a qualidade de vida é predominante.

Fui conhecer um dos maiores parques da cidade, o Parque Barigui, que fica entre entre a Av. Manoel Ribas e a BR-277, com a Av. Cândido Hartmann ligando os bairros do Bigorrilho, Mercês, Santo Inácio e Cascatinha.
O parque possui uma pista ao redor do lago e que está sempre cheia de ciclistas e corredores e os gramados são usados para piqueniques. Também possui um espaço com aparelhos de ginástica e atividades infantis.
Há ainda um espaço de eventos dentro do parque (tipo Rio Centro).


Outros lugares bonitos e interessantes: Jardim Botânico, Ópera de Aramis, Parque Tinguí, Parque Tanguá, Museu Oscar Niemeyer, Memorial Ucraniano, Praça do Japão, Shopping Estação, etc.



Ah… quase me esqueci de comentar: Esses passeios são feitos através de ônibus turísticos, conhecidos como Jardineira e a passagem custa R$ 20.00 e você tem direito a 5 tikets, ou seja, 4 lugares para visitar – pois 1 você já usará quando entrar no ônibus - e o intervalo desses ônibus é de 20 à 30 minutos.
Mas vale a dica, alguns lugares você pode ir de ôninus comum mesmo, onde a passagem é R$ 2.20 de seg. a sáb e aos domingos custa apenas R$ 1.00!

À noite, fica por conta dos bares e restaurantes, que são muitos também na capital. Confesso que não fui em muitos, mas em sua grande maioria são bem frequentadas principalmente no bairro Batel, que são: Peggy Suey, Sheridans Irish Pub, Pravda, Soviética, etc.
Um lugar legal também de curtir um som bom com 2 bandas (uma em cada ambiente) é o John Bull que fica no bairro Bom Retiro.
É claro que eu particularmente não pude deixar de visitar o Portal Italiano, onde está situado o famoso bairro Santa Felicidade, grande concentração de restaurantes italianos divinos! Uma boa opção é o Madalosso, onde em cada salão do restaurante é batizado pelos nomes das cidades da Itália.

O que Curitiba tem mais detaque, além desses que citei, é a iniciativa educacional. São diversos cursos, colégios, faculdades/universidades (tanto técnicos, particulares ou públicas) e na maioria deles com ensino bilíngue.

É claro que tudo isso está resumido a um post, mas vale a pena visitar essa cidade e comprovar tudo pessoalmente.

Até mais…

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Dando continuidade ao post anterior, hoje irei mostar um exemplo bem simples de como se criar um painel usando componentes do Xcelsius baseado na conexão com o LiveOffice que obtivemos anteriormente.

  • Escolha um componente qualquer (Exemplo: Line Chart)
  • Nas suas propriedades, vamos editá-lo da seguinte forma:
  1. Em “Title”, mapeie qualquer célula
  2. Em “Data”, clique na opção “By series” e clique na opção “+” se for inserir mais de uma série.
  3. Mapeie seus nomes e valores

Em “Category Labels (X)” mapeie o seu eixo “X” no gráfico.

  • Faça as demais edições nas propriedades do componente:
  1. Behavior: Common, Scale e Animations and Effects
  2. Apparence: Layout, Series, Axes, Text e Colors

Obs.: Cada componente tem suas próprias propriedades e não são comum à todos!

Feito as devidas edições nas propriedades do componente, clique em “Preview”.

Será gerado um Flash (SWF) internamente e logo após exibirá o resultado.

Para que os dados venham atualizados assim que o painel for carregado, edite as configurações de conexão do Live Office.

  • Clique em “Manage Connections”.
  • Selecione sua conexão Live Office
  • Clique na aba “Usage”
  • Habilite a opção “Refresh Before Components Are Loaded”
  • Habilite a opção “Enable Load Cursor”
  • Habilite a opção “Disable Mouse Input on Load”
  • Clique em “Close”
  • No Painel, clique em “Preview”

Assim que gerar e carregar o flash, o Xcelsius irá pedir uma autenticação do BO.


Com a autenticação correta, os dados serão exibidos.

O Xcelsius possui a funcionalidade de poder exportar o Painel (gerado em SWF) para a plataforma do Business Objects (BO).

Clicando em “Export”, “SAP Business Objects Plataform”, irá pedir uma autenticação.


Após se autenticar, escolha a pasta do projeto e clique em “OK”.

Bom, com relação a integração LiveOffce e Xcelsius termina por aqui, espero ter agregado conhecimento para quem utiliza a ferramenta.

E lembrando que há outra forma de integrar o Xcelsius para importar / visualizar dados externos, e uma delas é outra ferramenta da suíte da Business Objects que é o Query as a Web Services, o famoso QaaWS, onde falarei no próximo post.

Até!

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Fala galera do ModernoPapo,  depois de uns tempos em alta adrelina profissional (ainda estou, hehe), hoje vou continuar com a parte técnica e mostrando a primeira parte da integração da ferramenta SAP Business Objects Xcelsius com o Live Office.

Antes de mais nada, caso não tenha instalado o LiveOffice XI, instale-o de acordo com a sua versão do BO usada. Neste caso foi utilizada a versão XI 3.1.

Se for utilizar o mecanismo para instalar, siga os procedimentos de instalação e next, next, next e finish.

Bom, com o LiveOffice devidamente instalado, abra o MS Excel e navegue até a aba “Live Office”, vá na sub-aba “Insert” e selecione “Web Intelligence”.

  • Autentique-se no BO, inserindo seu usuário e senha.
  • Insira a URL do Web Service
  • Insira a informação do nome do servidor
  • Escolha o tipo de autenticação
  • Clique em “OK”
Obs: Enquanto a URL for inserida, o servidor do BO processa e valida o mesmo, antes mesmo de inserir usuário e senha.
Escolha o documento (relatório) do Web Intelligence.
Escolha parte ou todo o documento, selecionando-a.

Escolha um nome para o objeto do Live Office.

Aguarde, enquanto o Live Office processa a requisição no servidor BO…

Pronto! As informações do relatório do Web Intelligence já foram importadas para o Excel.

  • Após isso, salve esse arquivo do Excel
  • Abra o Xcelsius
  • Clique em “Import Spreadsheet” ou simplesmente use “CTRL+SHIFT+I”
  • Escolha o arquivo Excel salvo que fizemos a importação, clique em “Open”

Pronto!  O arquivo do Excel foi incorporado no Xcelsius.
Adicionando e Gerenciando conexões Live Office no Xcelsius

Clique em “Manage Connections” ou simplesmente “CTRL+M”.

Logo, aparecerá a conexão do Live Office existente e suas configurações.

Onde,
  • Session URL: é o endereço do Web Service onde o Live Office “hospedou” o objeto.
  • Horizontal Heading: é a cabeçalho dos dados importados.
  • Data Grid: são os valores importados, o que passará por atualização constante (ou não).
Bom, até aí muito simples, mas no próximo post vou mostrar um exemplo de como se cria um painél utilizando componentes do Xcelsius usando conexão que fizemos com o LiveOffice.
Até!
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TerraView

2 comentários

Dando continuidade sobre assuntos de geoprocessamento, e ainda com relação ao meu último post sobre ferramentas de GIS, irei escrever hoje sobre uma ferramenta GIS OpenSource que foi desenvolvida pelo INPE em parceria com outras instituições, chamado Terra View.

O que é ?

Um software que foi construí­do baseado na biblioteca de geoprocessamento TerraLib, e tem como objetivos apresentar à comunidade um programa fácil de  visualizar os dados geográficos com recursos de consulta a análise destes dados e exemplificar a utilização da biblioteca TerraLib.

TerraView
TerraView
Ele manipula dados tanto vetoriais (pontos, linhas e polí­gonos) quanto matriciais (grades e imagens), e ambos são armazenados em SGBD relacionais ou geo-relacionais, incluindo Access, PostgreSQL, MySQL e Oracle, agora na versão 3.3.1, já foi incluso o driver para bancos de dados Firebird.

TerraView

Sua distribuição é de responsabilidade exclusiva do INPE, onde é disponibilizado no próprio site (gratuitamente).

TerraView

Atualmente o TerraView está na sua versão Release 3.3.1, lançado em 14 de Abril de 2009.

Uma das novidades da nova versão conversão de bancos, onde está habilitado para tal conversão para a versão atual de banco de dados apenas a versão imediatamente anterior.

Caso algum usuário disponha de um banco em uma versão mais antiga que a versão anterior à atual, existe um procedimento (que inclusive é mencionado no site)

Caso 1 – Banco gerado com o TerraView anterior ao 3.0 Plus de 23/12/2004. Converta o banco com a versão TerraView 3.1.4, depois converta com a versão Terraview 3.3.0 e depois com o TerraView 3.3.1.

Caso 2 – Banco gerado com o TerraView anterior ao 3.2.0 de 10/03/2008. Converta o banco com a versão TerraView 3.3.0 e depois converta com a versão TerraView 3.3.1. Todas as versões necessárias se encontram na página de carga do TerraView .

No site do INPE também é disponibilizado um Fórum, cuja área deve ser usada para relatar qualquer problema de acessibilidade, porém o INPE não apóia e nem recomenda qualquer distribuição feita por terceiros. O mesmo vale para tutoriais e documentação, pois seu conjunto de dados disponibilizados possui um caráter didático e servem apenas para o treinamento na utilização do programa.
Links:

Download: http://www.dpi.inpe.br/terraview/php/dow.php?body=Dow
Plugins: http://www.dpi.inpe.br/terraview/php/plugins.php
Fórum: http://www.dpi.inpe.br/phorum/index.php?34

Fonte: http://www.dpi.inpe.br/terraview/index.php

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Construir um projeto de Data Warehouse (DW) é dispendioso e demora um bom tempo. Tudo depende do tamanho da empresa, do número de bases de dados que irão integrar o projeto, interfaces com outros sistemas, quantidade de pessoas na equipe, comprometimento e dedicação para implementação, ferramentas utilizadas, etc.

Percebendo isso, os arquitetos, resolveram segmentar a construção do DW, começando por departamentos a criação do mesmo. Ao invés de fazer o caminho tradicional, que é construir um DW e a partir dele os Data Marts (DM´s), fizeram o contrário. Começava-se pelos DM´s e esses iriam fazer a alimentação no Data Warehouse (DW). As vantagens são muitas. A principal é o tempo de implementação. Há alguns casos que um DM para área comercial foi construído em apenas 3 meses.

Os Data Marts são bancos de dados modelados multidimensionalmente, orientados aos departamentos de uma empresa, por exemplo, a área comercial, financeira, marketing e logística construíram vários Data Marts (DM´s) cada uma. Ao final de dois anos, eles passaram a alimentar um DW que depois de implementado, passou a fazer o caminho inverso, que é de alimentar os DM´s. Então com essa fundamentação, podemos definir que os  DM´s podem surgir de duas maneiras. A primeira é top-down e a segunda é a botton-up.

Top-down: é quando a empresa cria um DW e depois parte para a segmentação, ou seja, divide o DW em áreas menores gerando assim pequenos bancos orientados por assuntos aos departamentos.

Botton-up: é quando a situação é inversa. A empresa por estratégia sua, prefere primeiro criar um banco de dados para somente uma área. Com isso os custos são bem inferiores de um projeto de DW completo. A partir da visualização dos primeiros resultados parte para outra área e assim sucessivamente até resultar em um Data Warehouse.

A infra-estrutura de software e hardware é semelhante, porém a arquitetura dos dados pode ser bem diferente. No DW podemos ter o modelo de dados híbrido ou pode ser completamente relacional, já no DM o modelo é totalmente dimensional. A complexidade de tratamento das informações no DW são maiores, porque temos de olhar toda a estrutura da empresa, já no DM fica mais fácil, pois estamos olhando apenas uma parte dela. Portanto, cabe a cada empresa avaliar a sua demanda e optar pela melhor solução. Segundo estimativas, enquanto um Data Mart custa em torno de US$ 100 mil a US$ 1 milhão e leva cerca de 120 dias para estar pronto, um DW integral começa em torno dos US$ 2 milhões e leva cerca de um ano para estar com a sua primeira versão em produção.

Áreas de Armazenamento

Staging (Staging Área)

Data Warehouse (DW)

Data Mart (DM)

Staging Area

Data Warehouse

DataMart

Staging (Staging Área)

  • Recepção de dados
  • Sem índices, sem constraints
  • Carga rápida (bulk loading)
  • Volátil

Data Warehouse (DW)

  • Dados integrados e organizados por assunto
  • Histórico de informações da empresa
  • Esquema estrela (fatos e dimensões)
  • Não-Volátil
  • Metadados
  • Grande volume de dados

Data Mart (DM)

  • Dados agregados
  • Não possui necessariamente um histórico das informações
  • Esquema estrela (fatos e dimensões)
  • Pode ser reconstruído a partir dos dados existentes no DW
  • Pequeno volume de dados
  • Otimizado para consultas pontuais

Tecnologias Utilizadas

  • Banco de dados (Relacional ou Multi-dimensional)
  • ETL (Extract, Transform and Load)
  • OLAP (On Line Analytical Processing)
  • Data-Mining

Importante: Todas essas tecnologias citadas acima têm as suas ferramentas e especializações adequadas ao negócio.

A última “camada” de análise e mensuração dos dados, o Data Mining (Mineração dos Dados), é responsável por extrair informações de grandes bancos de dados operacionais para construir segmentos e desenvolver modelos preditivos que são mais adequados para responder a pergunta de negócio em mãos e existem ferramentas para tal, porém falaremos mais sobre isso nos próximos artigos.

Formas de Construir um DW

Inmon x Kimball

Sólido

Direto

Neoclássico

Modelagem Multidimensional

È uma técnica de concepção e visualização de um modelo de dados de um conjunto de medidas que descrevem aspectos comuns de negócios. É utilizada especialmente para sumarizar e reestruturar dados e apresentá-los em visões (camada de apresentação) que suportam a análise dos valores desses dados.

Modelagem Multidimensional

Modelagem Multidimensional

Exemplo de modelo dimensional do Data Warehouse:

Um modelo multidimensional é formado por 3 elementos básicos:

  • Fatos
  • Dimensões
  • Medidas (variáves)

Star Schema

Outro Exemplo de Modelo Dimensional

Modelo Dimensional


Fatos

É um coleção de itens de dados, composta de dados de medidas e de contexto.

Cada fato representa um item, uma transação ou um evento de negócio e é utilizado para analisar o processo de negócio de uma empresa. É tudo aquilo que reflete a evolução dos negócios do dia-a-dia de uma organização.

Características:

  • É representada por valores numéricos
  • Implementados em tabelas denominadas “tabelas de fato” (fact tables)

Dimensões

São elementos que participam de um fato, assunto de negócios.

São possíveis formas de visualizar os dados, ou seja, são os “por” dos dados: “por mês”, “por país”, “pos produto”, “por região”, “por funcionário”, e por aí vai…

Dimensões normalmente não possuem atributos numéricos, pois são somente descritivas e classificatórias dos elementos que participam de um fato.

Tipos de Dimensões

Dimensão “Normal”

  • Novas linhas criadas, sem deleção

SCD Tipo 1

  • Sem preservação de histórico

SCD Tipo 3

  • Retenção de histórico limitada
  • Dois estados são preservados: novo e antigo
  • Nova coluna criada

SCD Tipo 2

  • Preservação ilimitada de histórico
  • Novas linhas criadas
  • Coluna de status


Medidas (variáveis)
São os atributos numéricos que representam um fato, a performance de um indicador de negócios relativo às dimensões que participam desse fato, e que tais números são denominados de variáveis.

Segundo Kimball, desenvolver um Data Warehouse é um questão de casar as necessidades dos seus usuários com a realidade dos dados disponíveis.

Bom, espero ter acrescentado mais sobre Ambientes de BI bem como os princípio básicos de construção de DW e DM. Nos próximos assuntos, estarei abordando sobre Arquitetura de DW. Até a próxima!

Referências Bibliográficas:

Tecnologia e Projeto de Data Warehouse, Felipe Nery Rodrigues Machado, 2007.

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Construindo Ambiente de BI

Segundo Kimball, o DW é a fonte de dados para consultas na organização, ou nada menos que a união de todos os Data Marts já constituídos. Pode ser visto também como uma grande base de dados que apresenta diversos níveis sintéticos dos dados operacionais, cujo objetivo maior é o de fornecer informação estratégica integrada, segundo uma visão holística da organização.

Normalmente, é construída sob a forma de fatos (mensuráveis) e as dimensões sob as quais podem ser analisados (exemplo: as campanhas de marketing na região sul foram de R$ 7.568.000,00 no mês de dezembro de 2007; onde o fato é valor das campanhas e as dimensões são a região e o mês, assim com o ano);
Para Kimball, o Data Mart (DM), é um expoente defensor de construções de DM, afirma que os data marts são subconjuntos de um DW completo. Podemos assim entender DM como pequenos DW, de visão departamental ou de área interesse ou área assunto bem definida, com o propósito de fornecer visão estratégica dos dados setorizados;
Kimball, também define OLAP, advindo da expressão On-Line Analytic Processing, como a atividade de consulta e apresentação de dados textuais e numéricos em um DW;

Todos esses aspectos de se construir o ambiente de BI, além de outros fatores (Ferramentas, Arquitetura, Recursos, etc) são muito importantes na concepção desta plataforma em qualquer instituição organizacional. Porém, não deve ser encarado como o objetivo final de qualquer construção de ambiente de BI. No entanto, muitas vezes, os focos dos altos investimentos não são colocados de forma prioritária como realmente deveria ser.

Data Warehousing (DWing)

Todos nós sabemos que os bancos de dados são de vital importância para as empresas e também estamos cientes de que sempre foi difícil analisar os dados neles existentes. Tudo isso porque geralmente as grandes empresas detêm um volume enorme de dados e esses estão em diversos sistemas (transacionais) diferentes espalhados por ela. Não conseguíamos buscar informações que permitissem tomarmos decisões embasadas em um histórico dos dados.

Em cima desses históricos podemos identificar as tendências e posicionar a empresa estrategicamente para ser mais competitiva e consequentemente aumentar e maximizar os lucros para que o índice de erros diminua numa tomada de decisão de gestores da empresa.

Pensando nisso, introduziu-se um novo conceito no mercado, o de Data Warehouse (DW). Esse conceito consiste em organizar os dados corporativos de maneira integrada, com uma única versão da verdade, histórico, variável com o tempo e gerando uma única fonte de dados, que será usada para abastecer os Data Marts (DM) – que resumidamente pode ser considerado um subconjunto do Data Warehouse (DW). Com essa visão, permite aos gerentes e diretores das empresas tomarem decisões baseadas em fatos concretos e não em hipóteses ou intuições, cruzando informações de diversas fontes. Isso agiliza a tomada de decisão e minimiza os erros. Tudo isso em um banco de dados paralelo aos sistemas transacionais da empresa.

Histórico

artigo01

Componentes tradicionais da arquitetura

componentes

Objetivos

Repositório de dados históricos da companhia

Matéria-prima para sistemas de apoio à decisão

Possibilita a execução de análises e consultas complexas

Características (segundo Bill Inmon)

Orientado ao assunto
Os dados são organizados de modo que todos os elementos relacionados ao mesmo evento no mundo real estejam conectados entre si. (Ex: Vendas deve conter dados do sistema de vendas no varejo, do de vendas no atacado e do de vendas pela Internet)

Variante no tempo
Os dados no banco são registrados de forma que qualquer relatório possa refletir a situação em um determinado momento no tempo (Ex: Relatório “Vendas por regional” de 2 anos atrás)

Não-volátil
Os dados já gravados no banco não são jamais alterados ou deletados.

Integrado

O banco contém dados extraídos de quase todos os sistemas transacionais da empresa e esses dados têm que ser mantidos de forma consistente. (Ex: código do produto, endereços, etc)

No próximo artigo, falarei sobre a construção de DW e DM.

Até!

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Bom pessoal, continuando as minhas aventuras nessas férias (um pouco atrasado né,  pois já estou até de volta ao RJ desde o dia 22/12, hehehe)…

Enfim, depois de ter ido a passeios de buggy (com emoção!) em Cumbuco e ao parque aquático no Beach Park, um ótimo e valioso passeio que fiz foi das 3 praias (como em Fortaleza e cidades do Ceará são chamados), que são Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada.

Morro Branco, situado no município de Beberibe (CE)  é conhecido pelas falésias, onde possuem as areias coloridas que aliás, são bastantes utilizadas como matéria-prima para o artesanato típico da região. Mas logo na entrada me deparei com um paraíso chamado Labirinto das Falésias, localizado no meio das dunas, simplesmente um lugar show de bola!

Praia das Fontes é um paradisíaco cenário que tem a opção de tomar banho de água salgada no mar ou banho de água doce, nas fontes naturais que descem das falésias até a praia, alías, é um cenário único de beleza e tranqüilidade, ainda mais quem esrá só curtindo as férias…

Outra atração natural da Praia das Fontes é uma pequena gruta, escavada pela água do mar nas falésias, que é grande o suficiente para abrigar algumas pessoas, porém só pode ser visitada durante a maré baixa, senão… já sabem né ?

Canoa Quebrada, localizada no município de Aracati (CE), é um lugar muito bom também pela sua praia que é quase particular (de onde eu estava é claro!) e tem toda a sua extensão a vista as armações de energia eólica (que são bastante pelo litoral do Ceará), fiquei na Canoa Quebrada só para almoçar e aproveitar o sol escaldante!!!

Fui também ao Crocobeach, um lugar show de bola, com piscina, praia logo à frente, música ao vivo (alías, nesse dia que eu estava tinha forró, lambada e pagode!) e é claro, restaurante com diversos tipos de comidas típicas e conhecidas por nós cariocas!!!

Bom, resumidamente foram esses os lugares que passei (ao lado de minha esposa) durante minha estadia de 6 dias pelo Ceará.

Próximo post, tenho que contar sobre minha visita a Foz do Iguaçu, lugar sensacional (quem já conhece, sabe !!!)
Abs e até + !

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Fala pessoal do ModernoPapo, como perceberam andei meio sumido nos meus posts pois estava atolado de trabalho, num projeto pontual onde tudo é pra ontem, sabem como é né ? Enfim, mas agora vim aqui falar sobre coisas boas… hehehe… Férias !

Bom, não sei se todos sabem mas o mês inteiro de Dezembro estarei desfrutando dessa beleza de férias (merecidas!!!) e já comecei minha maratona por Fortaleza (CE), um dos destinos mais procurados pelos turistas (se tivesse horário de verão então, seria disparado!), e durante esse mês estarei postando algumas desses aventuras, mesmo que alguns de vocês autores, colaboradores e leitores já tenham visitado…

Coloquei algumas fotos  no meu orkut (por enquanto poucas, só umas 7 eu acho, mas vou incrementar aos poucos) de um lugar que achei show de bola, que é Cumbuco, até o momento o terceiro lugar que visitei. Vale a pena quem quer ver uma boa paisagem e é claro ter emoção nos passeios de buggy!

Além da Praia do Futuro (que onde estou hospedado), outro lugar maneiríssimo que visitei foi o Beach Park, segundo pesquisas, o maior parque aquático da América Latina. Vale a pena pelos vários brinquedos que o parque tem…

Bom, até segunda-feira irei a Lagoinha, Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada e Crocobeach, então, até antes de viajar para Foz do Iguacu darei continuidade a essas aventuras pelo Ceará!

Abraços!

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Fala colaboradores do ModernoPapo, hoje venho humildimente falar sobre futebol, mais precisamente da reta final do campeonato brasileiro (Primeira Divisão), fato que aliás está mexendo com 10 times praticamente, tanto do alto e de baixo da tabela.

E o meu MENGÃO, com a judinha de Botafogo e Fluminense nesse final de semana, (aliás, eu vi o jogo, achei que seria goleado pelo primeiro tempo que o Cruzeiro jogou, mas enfim, é a famosa caixinha de surpresas – e não a mala branca!), parece que está deslanchando de vez e rumo ao Hexa (para os mais otimistas!), exagerei?!

Confesso que não vi o jogo todo do Flamengo (são poucos que perco), só alguns lances, mas que o goleiro Bruno pegou bem os penaltis, ahh isso ele pegou, mas o roubo de cena, também nessa vitória, é que nos bastidores do fim da partida, um jornalista desses ai sempre presentes, perguntou ao Pet sobre o penalti perdido (aliás, 2 né?!) pelo Paulo Henrique “Ganso”. O Sérvio respondeu: “Obrigado, Paulo Henrique“. Nossa, o cara que perdeu o penalti tem seus 18, ou 19 anos, sei lá, Maracanã com um público de 80 mil pessoas, imagina a pressão,  poderia ter incentivado o garoto mas enfim, futebol é futebol e ninguém gosta de perder, ainda mais na reta final, não é mesmo?

Resumindo, até o dia 6 de Dezembro haja audiência e para quem torçe mesmo até o último minuto, haja coração!!!

Saudações Rubro-Negras,

Até!

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Olá prezados colaboradores do ModernoPapo.

Atualmente eu estou fazendo um curso rápido de extensão de Introdução às Geotecnologias, um tema bastante interessante para quem gosta ou se indentifica com dados cartográficos, análise de banco de dados espaciais, até mesmo a geografia em si.

Para isso, estamos utilizando uma suíte de ferramentas (paga, óbvio), que se chama ArcGIS Desktop, que desmenbrando-a, contém as ferramentas principais como ArcMap, ArcCatalog, etc, assim como suas devidas licenças (corporativas e educacionais), sobre essa tema específico eu conto nos próximos posts.

Enfim, um tema que achei interessante, aliás, um dos temas que achei interessante foi que com um GPS nos veículos, um mapa online e algumas informações extras, é possível vizualizar (ou monitorar, depende do ponto de vista) a posição exata e em tempo real das linhas de ônibus.

Calma minha gente, não estamos falando de Brasil (apesar do Detro já liderar nessa iniciativa desde maio/2009), essa ferramenta, chamada de Helsinki City Transport – Vehicles, são de linhas de ônibus que são controlados por GPS e mapas online ocorre em Helsink, na  Finlândia.

Vale a pena entrar nesse link e conferir em tempo real a distância de um ponto ao outro, quanto tempo levará de um destino ao outro, enfim, vai que um dia você estará na Finlândia e precisa saber disso…

Segue a URL: http://transport.wspgroup.fi/hklkartta/defaultEn.aspx

Abraços!

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Justiça considerou a melhor forma de notificar um ‘tuiteiro’ anônimo.
Usuário do serviço de microblog finde ser outra pessoa no site.

O Supremo Tribunal da Inglaterra emitiu nesta quinta-feira (1) sua primeira ordem judicial via Twitter, explicando que o serviço de microblogs era a melhor forma de notificar um “tuiteiro” anônimo que fingia ser outra pessoa.

O escritório de advocacia Griffin Law abriu o processo contra a página @blaneysblarney sob a alegação de que seu autor fingia ser o blogueiro de direito Donal Blaney, proprietário da Griffin Law.

O precedente legal poderia ter implicações extensas na blogosfera.

“Creio que a decisão de emitir a ordem judicial pelo Twitter seja um marco”, afirmou o professor da faculdade de direito Konstantinos Komaitis, da Universidade de Strathclyde.

“Estão criando um precedente que se tornará referência para os outros”, disse Komaitis, que é professor de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, à Reuters.

“A lei tende a ser um tanto lenta e burocrática, então um tribunal deliberar em algo como o Twitter — tão atual, tão relevante — mostra um comprometimento incrível.”

O advogado Andre Walker, da Griffin Law, afirmou que o “tuiteiro” anônimo receberá uma mensagem do tribunal da próxima vez que acessar sua conta no site.

“Quem for que seja, a pessoa receberá uma ordem para parar de postar, remover mensagens antigas e se identificar junto ao tribunal através de um link na internet”, disse.

Para o advogado Matthew Richardson, que ganhou a ação, a decisão foi um passo importante na prevenção de abusos por anônimos na internet.

“As pessoas têm que aprender que não podem se esconder por trás do anonimato da internet e violar a lei sem punição”, disse em comunicado.

A falsidade ideológica na internet tem se tornado cada vez mais comum com o sucesso do Twitter. Celebridades como Ashton Kutcher e Britney Spears têm vários perfis falsos no serviço de microblog.

O problema chegou a tal ponto que, no começo do ano, o Twitter lançou um sistema que verifica a autenticidade das páginas.

Fonte: g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/

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A SAP envia mensalmente para os usuários registrados em seu site da comunidade BOC SDN, um informativo (espécie de Newsletter) onde contém algumas matérias das diversas ferramentas compostas na suíte  Business Objects. É interessante para os Analistas/Consultores de BI e Desenvolvedores BO, pois traz dicas dos recursos técnicos do Crystal Reports e da SAP Business Objects.

Nesta última edição, há diversos artigos, tutoriais e recursos, como: Hierarquias Crystal Reports e SAP BW, onde se utiliza o Crystal em conjunto com as hierarquias do BW. Há também uma série de 4 artigos de como se criar um painél no Xcelsius baseado no SAP BI (operando junto com o Crystal Reports 2008 e Live Office).

E para quem atua diretamente com Crystal Reports 2008 (lançado agora o SP2), ainda tem várias informações sobre os novos recursos e exemplos,.

Ainda falando de Xcelsius, nesta edição da newsletter, ela nos traz como configurar o Adobe Flex Builder 3 para desenvolver componentes de suplemento.

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