ModernoPapo

Uma maneira diferente de falar sobre Tecnologia, Cultura, Esportes e Entretenimento. Pense, Comente, Discuta, Confabule Conosco …

Navegando Posts marcados como socialismo

Saudações Tavarianas, bem-vindos à Terra!!!

Camaradas leitores e leitoras (risos),

Não. Não virei socialista, ainda! Talvez se me pusesse a estudar melhor O Capital.

A Venezuela está vivendo hoje mais um capítulo de sua história. Algo ainda obscuro para nós brasileiros. Sentidos ainda ofuscados pela nossa  tendenciosa e talvez maliciosa mídia.

Eu não estou aqui para dar minha opinião sobre Hugo Chavez. O que sei, pelos brasileiros e pelos venezuelanos, distoa de uma prévia concordância.

Venho aqui tratar de um assunto muito específico. Um dos assuntos mais discutidos pela mídia brasileira. A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

Propaganda da Oposição

Propaganda da Oposição

O que a mídia mundial divulga é o que tem chegado aos nossos olhos e ouvidos. Talvez estejam buscando a aprovação popular para algum tipo de ação. E não me surpreenderia se a mesma fosse militar.

 

Alguém conhece a resposta de Chavez? Ou ele não respondeu?

Respondeu sim. Basta você conhecer os dois lados e formar a sua própria opinião. Ou você quer seguir às cegas?

 

Segue abaixo parte de seu discursso (PARTE II):

“En muestra fehaciente de una carencia palmaria de agenda política, la irracional “oposición” venezolana vuelve a cabalgar sobre la supuesta ausencia de libertad de expresión en el país con el afán de crear un clima de desestabilización y violencia. Esto amerita cierta reflexión.
El argumento que más se escucha en la menguada protesta es que el Gobierno impide o coarta la libre expresión del pensamiento. El problema no está allí, lo sabemos todos y todas.

Pregúntese cualquiera de ustedes, compatriotas, hombre o mujer, joven que me lees: ¿Qué hacer cuando un canal de televisión no quiere cumplir las leyes? ¿Cuándo no se pone en consonancia con la Ley de Responsabilidad Social en Radio y Televisión?

¿Qué hacer cuando un canal pretende pasar por internacional, con un 94% de producción nacional, burlándose de la legalidad vigente?
¿Por qué este canal no toma el ejemplo de infinidad de señales internacionales que salen a diario sin problema alguno? ¿Por qué sus directivos no comparecen ante los entes correspondientes y consignan los documentos requeridos?

El cuerpo legal del país no puede funcionar de acuerdo a los caprichos de la patronal mediática. No podemos ser complacientes con la ilegalidad, ni con la violencia desestabilizadora.

Por eso le digo al pueblo venezolano que no caiga en provocaciones: no le hagamos el juego a un grupo empresarial de la comunicación y a sus aliados que están buscando un pretexto para soliviantar la tranquilidad nacional.

El problema de fondo radica en que la oligarquía quiere entender la libertad, única y exclusivamente como el principio que garantice sus propios designios: a la medida de sus particulares intereses y privilegios. Así quedó demostrado el 12 de abril de 2002 cuando pateó a la Constitución y arrasó hasta con el más mínimo vestigio de legalidad. No señores, entiéndanlo de una buena vez, aquí hay un Estado social y democrático, de derecho y de justicia, que legítimamente el pueblo venezolano se ha dado en pleno ejercicio de su soberanía. Y Pueblo, Gobierno y Fuerza Armada Bolivariana, en unidad indivisible, estamos dispuestos a hacerlo respetar. ¡No podrán con nosotros y nosotras!

Nuestra Constitución y nuestras leyes forman el cauce de un destino que nos involucra a todas y todos por igual: aquí nadie está por encima de la ley y el Estado ya no está al servicio, como lo estuvo durante cien años, de los intereses y privilegios de los poderosos.

En realidad y en verdad, los jefes de la contrarrevolución no están haciendo otra cosa que reeditar un formato que ya conocemos. Se trata, una vez más, de embaucar a ciertos grupos para que les hagan el mandado: usándolos, como carne de cañón, en protestas que no se atreven a encarar.

Duele e indigna tener que recordarlo: ya la irresponsabilidad criminal de sectores apátridas le ha costado a Venezuela estos últimos días la muerte de dos jóvenes en Mérida. Dos asesinatos perpetrados por bandas en las que la presencia del paramilitarismo y del fascismo es evidente. Igualmente, fueron heridos a balazos dos guardias nacionales bolivarianos, así como agredidos y heridos numerosos policías en varias ciudades del país.

En el fondo, el pretexto es lo de menos: hoy es por un canal de televisión, mañana por la inseguridad y pasado por vaya usted a saber qué. Se trata de la misma tentativa desestabilizadora de siempre: de la misma conspiración mediática. Es el mismo golpe interminable desde abril de 2002, ahora enmarcado en el contraataque imperial.

Lo repito: ante esta situación, necesario es que nuestro pueblo se despliegue en batalla, con el partido, los estudiantes, la clase obrera, los movimientos campesinos, las mujeres, todas y todos en la vanguardia, con el fin de preservar la paz y la tranquilidad de todos los venezolanos y venezolanas: todos, esto es, incluidos quienes nos adversan, porque nada está por encima de la Patria. La presencia viva y activa de los estudiantes revolucionarios en las calles debe convertirse en un muro de contención que disuada y neutralice a quienes pretenden incendiar nuestras ciudades.

Y no menos necesario es que la Revolución no pierda la iniciativa y lleve el ritmo del combate en todos los terrenos. Especialmente, en el terreno comunicacional debemos tomar la ofensiva con todo el poder crítico y creador de la artillería del pensamiento”

O discursso na íntegra você encontra em http://www.diarioveaonline.com/

  • Twitter
  • Facebook
  • Orkut
  • MySpace
  • Google Gmail
  • Google Reader
  • Tumblr
  • WordPress
  • Reddit
  • Technorati Favorites
  • Delicious
  • Blogger Post
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Digg
  • Share/Bookmark

Boa noite amigos leitores. Feliz 2010!

O tempo passa rápido e a cada novo ano me vejo com mais livros na lista dos que pretendo ler. Já diz o ditado, ano novo, vida nova. Eis que resolvi acelerar o passo e hoje já estou na metade do terceiro livro do ano (todos ótimos). Uma boa média, não acham :)

Entre os que escolhi para ler logo em janeiro estava  “A Revolução dos Bichos”. Com um título despretensioso e até mesmo um  tanto infantil, o livro de George Orwell (pseudônimo de Eric Arthur Blair – mesmo autor de “1984”) conta a história de alguns bichos que, cansados da exploração humana, resolvem promover uma revolução na Granja do Solar. À partir daí você passa a desconfiar de algo. Como assim bichos promovendo revolução? Contra humanos?

Pois é, contagiados pelo sonho visionário Major – um porco já bem idoso que relata como será o mundo depois que o ser humano desaparecer – os animais idealizam a instituição de um novo sistema, que seja igualitário e cooperativo. Não muito depois da morte de Major, a insurreição ocorre e são expulsos o dono e os funcionários da granja.

Passada a bagunça inicial, cria-se um sistema de valores, sete mandamentos são amplamente divulgados e slogan “Quatro pernas bom, duas pernas ruim” toma conta da fazenda. Tudo é muito bonito e utópico, direitos iguais, regras pra tudo… Mas não demora muito e alguns bichos passam a usufruir de mais privilégios do que outros. Os porcos, mais inteligentes, chamam para si a responsabilidade de liderar os demais bichos e de serem os líderes desta nova sociedade. E o que era para ser um paraíso se torna aos poucos um regime opressor, com regalias para poucos e com regras sendo revistas na surdina, por baixo dos panos. Quem não concorda é obrigado a calar-se.

Tempo depois, algumas gerações mais tarde, a vida era muito dura para a maioria e o lema já estava totalmente adulterado: “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que outros”.

É preciso dizer mais? Ficam evidentes as coincidências existentes entre a fábula dos bichos com qualquer regime ditador, comunista, socialista ou totalitário que tenha sido infligido em qualquer parte do mundo no século XX. Tudo tendo início com as melhores das intenções, transferência de poder para o povo e boom… Em todas as tentativas que se tem conhecimento, o ápice foi abuso de poder, ditadura e opressão.

O escritor foi especialmente capcioso ao colocar porcos como os líderes da revolução. Ao ler a mini-biografia abaixo percebe-se que ele teve motivos para ser tão severo em suas críticas. O objetivo da obra era levar seu ponto de vista “direto do front” a qualquer pessoa em qualquer parte do mundo através de uma história simples, de fácil assimilação. Como mencionou Marcos Pereira – que fará valiosos acréscimos a este post – “é importante ressaltar que ele é, sim, comunista, mas na acepção pura da palavra, aquela que se assemelha à anarquia, ausência de qualquer tipo de governo, seja de  direita ou esquerda. O que ele recrimina é o comunismo stalinista, leninista e maoista.”

O autor é ainda conhecido como pai do termo “guerra fria” e a sua sátira política só foi aceita pelos editores após o término da segunda guerra mundial, quando se tornou um sucesso editorial.

Na edição que adquiri (Companhia das Letras – 10ª reimpressão), vem com dois prefácios (um para edição Inglesa e outra para a Ucraniana), além de um posfácio de Crhistopher Hitchens. Estes itens por si só já tornariam qualquer livro interessante. Some-se a isso a cativante fábula e temos satisfação garantida.

George Orwell (Eric Arthur Blair), nasceu na Índia e foi educado na Inglaterra. Jornalista, escritor, crítico e militante político, participou da Guerra Civil Espanhola na milícia marxista/trotskista e foi perseguido junto aos anarquistas e outros comunistas pelos stalinistas.

  • Twitter
  • Facebook
  • Orkut
  • MySpace
  • Google Gmail
  • Google Reader
  • Tumblr
  • WordPress
  • Reddit
  • Technorati Favorites
  • Delicious
  • Blogger Post
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Digg
  • Share/Bookmark
Powered by WordPress Web Design by SRS Solutions © 2010 ModernoPapo Design by SRS Solutions